Como mandar um e-mail para o Presidente Jair Bolsonaro

Aprenda Como mandar um e-mail para o Presidente Jair Bolsonaro Passo a Passo:

Primeiro Passo:


Planeje o que você vai dizer; não importa que seja uma posição política ou um assunto pessoal.

Segundo Passo:


Comece com Senhor Presidente; respeite o cargo do seu chefe de estado.

Terceiro Passo:


Respeite normas gramaticais. Use um corretor online para fazer as correções ortográficas

Quarto Passo:


Entre https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php e clique em “Escreva sua mensagem”

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Ou entre aqui e preencha o formulário. Se você tiver usando o chrome do Google pode aparecer uma mensagem de seguranca – nao se preocupe, aceite entrar sem problema.

Quinto Passo:

Vai abrir uma página com um formulário. Preencha os dados. Escreva o que você deseja dizer para o Presidente e clique em “Enviar”. Pronto, você mandou seu e-mail para o presidente. Se ele vai ler sua mensagem, não posso garantir.

Saiba também como conversar com o presidente Bolsonaro pelo Twitter. Basta clicar aqui.

388 comentarios

  • Sr Presidente,Jair Bolsonaro,fiz muita campanha torci muito pelo Sr,hoje já me decepcionei,com a justiça q criou,e com você INSS.

  • AMAZÔNIA SELVA!!

    Caro “colega” Presidente Bolsonaro

    Olho para você e sinto uma estranha empatia porque consigo ler seus sentimentos de patriotismo e compreender seu desprendimento e fidelidade a este país dádiva tão maltratado.

    Aos 21 anos desbravei O Alto Solimões – Tabatinga – ao lado do meu amor eterno, um infante nascido em 25 de agosto…Assim,corre-me nas veias o verde oliva legítimo. Ele partiu há 6 anos e vivo das lembranças felizes .

    Não havia ainda o CMA. Era o GEF sob o comando do Coronel Darcy Làzaro.

    Éramos a 7ª Cia. de Fronteira cujo lema “Marcamos os limites da pátria. Há que ser forte”. E nós fomos.

    Estou em boas condições físicas e mentais, e guardo um arquivo daquela clareira aberta no meio da selva para construir o novo aquartelamento, (1 km adentro) pois o antigo já estava condenado.

    Abandonei tudo: conforto, carreira, situação financeira privilegiada, pais amorosos, para seguir meu amado, aquele tenentinho atlético moldado na Escola Preparatória de Fortaleza e depois na AMAN. O amor é lindo e quando a gente encontra a banda da maçã é a glória na terra. Eu fui uma dessas felizardas.

    E que honeymoon maravilhosa sob noites estreladas – o céu próximo ao Equador parece nos tocar – entre piuns, carapanãs e outros “exércitos” vorazes.

    Araras em bando voando, macacos pulando no meu quintal e lataria como quitutes.

    E a convivência com os Ticunas, que compareciam à cerimônia de 7 de setembro, orgulhosos. O cacique com uma jaqueta doada pelo Marechal Rondon. Acredite.

    A oficialidade colombiana também comparecia em uniforme de gala.

    Uma corveta da Marinha passava esporadicamente e aportava em nossa Colônia.

    E aquele riomar tão vasto que na cheia não se via quase a outra margem. E quantos catalinas enfrentei!!! 6¨horas de Manaus a Letícia. Tenho as fotos que consegui guardar para comprovar nosso feito.

    Viajávamos 1 hora “de bubuia” para chegar a Benjamin Constant na confluência com o Javari, mas rio acima o Coronel Castelo Branco nos deu permissão para ir a Letícia comprar em dólares, legumes vindos de Bogotá. O reembolsável de Belém trazia de dois em dois meses gêneros do tipo lataria, querosene. Los fídeos Nicolini conseguiamos comprar do Peru naqueles regatões que aportavam por ali vendendo todo tipo de bugingangas. E o Navio da Booth Line passava e parava porque tinha que apresentar a papelada no último porto brasileiro antes de seguir para Iquitos. Às vezes conseguíamos Pepsi, para lembrar a “civilização”.

    Ouvia a rádio de Cuba, de Moscou mas a Barés de Manaus só depois das 10, devido ao fuso horário.

    Vejo essa imprensa imbecil falando besteira sobre “as queimadas” da floresta. Meu Deus quanta burrice!. No inverno chove o dia todo e no verão todo dia.

    Plantei um jardinzinho e logo comecei a ver pequenos ofídeos saindo da folhagem…A recuperação da vegetação é incrível pela rapidez.

    Hoje quando estou só e “enclausurada” sou obrigada a emburrecer ouvindo tantos especialistas…Que castigo!!

    Presidente, sempre votei em você quando se elegia aqui no Rio. O Exército perdeu um grande militar mas o Brasil ganhou um bravo Capitao. As ironias do destino.

    Acompanhei seu caso desde a entrevista à Veja e imagino como sofreu. Um civil jamais vai nos entender porque jamais passou pelos sacrifícios que nós, sobretudo os verde oliva passam\passaram.

    Na época em que você servia no hoje Comando Militar do Leste, meu Ivar Leonardo servia na DGP, ou seja no mesmo prédio.

    Assim, com o coração partido transferi para você sentimentos de solidariedade por este “dejá vu”.

    Somos do infeliz Maranhão dominado por aquele sátrapa, mas somos do Brasil que levamos no coração, no sangue e no sacrifício. Que amor mais lindo!!

    Obrigada meu Deus!!!

    Desejo-lhe a força que vem de cima e se abriga nos corações honestos e na simplicidade dos valores verdadeiros.

    Viva o Brasil!! Selva!!

    Marcamos os limites da pátria. Há que ser forte.

    Respeitosamente

    Magdala Domingues da Silva Costa

    • Caríssimo Capitão Bolsonaro
      Gostaria que desse atenção ao Museu Ipiranga com armas e troféus do 6º BI em Caçapava, SP, inclusive as cinzas de um soldado, cuja família ofereceu-as à Unidade. A rendição da 148a. Divisão Alemã ao (na época) 6º RI, em Fornovo di Taro (28 de abril de 45) – lá existe o termo de rendição, além de armas alemãs, bandeiras e uma foto do oficial alemão, Siegfried reencarnado, humildemente entregando-se aos brasileiros, nossos heróicos “pracinhas”.- arrepiou-me e excitou minha brasilidade. Colaborei nos bastidores para tornar realidade o desejo de nosso cmte, à época e o resultado foi lindo. Todo o Vale compareceu orgulhoso.
      Com a falta de verbas e tudo mais que o EB sempre enfrentou não sei se ainda existem essas preciosidades. O Brasil é um país sem memória, infelizmente o sabemos.
      “Desbravei” também o Vale do Paraíba, onde fui felicíssima e o General Dutra, sim senhor, era então o garoto travesso, cujo pai havia terminado a ESAO e fora servir em Caçapava.
      Meu marido serviu muitos anos no CEP onde se desenvolveram projetos importantíssimos, inclusive o “Catálogo do Perfil Profissiográfico dos cargos do Exército”. Foi uma época da chegada da internet e o EB informatizava-se. E assim me realizei contribuindo nos bastidores para a valorização de nossas Forças Armadas, tão aviltadas.
      E o Centro de Aviação do Exército em Taubaté – na época era o Comavex – comandado pelo Gen. Newton Bonumar que comandou as tropas na guerra da Bósnia…
      Bem, nada se divulgou com destaque e por isso indigno-me quando vejo mequetrefes que não amam nem valorizam nosso Brasil nos insultando. Nem História da Humanidade estudaram, senão não seriam tão burros.
      Rezo diuturnamente por sua pessoa para que realize seus projetos de fazer de nós uma grande nação.
      Isso compensa meu coração partido pela saudade do meu inesquecível Cel. Ivar Leonardo, nascido no dia 25 de Agosto…
      “Que se cultue dos heróis a memória
      E triunfem a paz, a razão, a verdade
      Que se agasalhe nos corações a saudade
      E exibidos sejam, os troféus da vitória”.
      Respeitosamente abraço-o
      Magdala Domingues da Silva Costa