Tem Lua de Sangue esse ano quando a Terra já sangra pelo coronavírus

Enquanto a Terra sangra com mortes por causa do coronavírus, pela fome, pela falta de emprego, este ano, teremos ainda várias ’luas de sangue’, um termo coloquial que descreve um eclipse lunar total.

O fenômeno ocorre quando o Sol, a Terra e a lua cheia estão alinhados um com o outro, então a Lua entra na sombra do nosso planeta.

Durante o evento torna-se avermelhado devido ao ‘vazamento’ de luz na atmosfera terrestre, que é capaz de espalhar a luz azul e, ao mesmo tempo, incapaz de espalhar o vermelho.

Na quarta-feira, 26 de maio, haverá um eclipse lunar total, que poderá ser observado na América do Norte. A maior e mais brilhante lua cheia de 2021, chamada de ‘lua super flor‘, ocorrerá próximo ao seu perigeu, ou seja, no momento em que estiver mais próximo da Terra em sua órbita mensal. Vai durar 14 minutos, das 11h11 às 11h25 UTC.

Apenas duas semanas depois, na quinta-feira, 10 de junho, haverá um eclipse solar parcial “anular”, chamado “anel de fogo”, visível do norte do Canadá, Groenlândia e leste da Rússia. No leste dos Estados Unidos, terá a forma de um eclipse solar parcial.

Um eclipse lunar parcial ocorrerá na quinta-feira, 18 de novembro. Pode ser observada na América do Norte e do Sul, Austrália, partes da Europa e Ásia.

Este evento, conhecido como ‘lua do castor’, envolverá um eclipse lunar parcial particularmente profundo, quando 97% da Lua entra na sombra da Terra. A duração do fenômeno será de 3 horas e 30 minutos.

Duas semanas depois, no sábado, 4 de dezembro, o alinhamento do Sol, da Lua e da Terra será ainda mais preciso, e um eclipse solar total ocorrerá. No entanto, ele só será visível da Antártica.

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